Ele nasceu de mãe solteira em São Francisco,
nos EUA. Foi considerado por muitos
o herói da classe operária. Aos 13 anos parou de estudar para trabalhar
dezesseis horas por dia numa fábrica. Voltou aos estudos, mas devido o forte preconceito
contra estudantes pobres, largou de vez, e tentou a sorte na
"corrida do ouro" no Alasca.
Aliás, soube como nenhum outro autor, eternizar em meia dúzia de clássicos da
literatura americana a saga da busca pelo ouro nas gélidas terras do Alasca.
Amante da aventura,
levou uma vida de andarilho. Chegou a ser preso. Aos 25 anos, decidiu ser
escritor. Sua produção literária segue na contracorrente de uma América capitalista e
individualista. De maneira magistral, escreveu romances nos quais os temas
transitam na oposição entre os valores do espírito e os bens
materiais.
Esse foi Jack London,
um escritor que mudou a minha maneira de ver o mundo, assim como Mark Twain, Ernest Heminway, Jack
Kerouac, John Fante e Charles Bukowski.
Além de ser um baita escritor, essa biografia de rebeldia com causa e efeito diante da sociedade cheia de regras materialistas e instituições sempre me fascinou.
Além de ser um baita escritor, essa biografia de rebeldia com causa e efeito diante da sociedade cheia de regras materialistas e instituições sempre me fascinou.
Por que estou comentando sobre ele? É que hoje eu comecei a ler
esse livro, "Por Um Bife e Outras Histórias de Boxeadores" que recentemente tive a
sorte de encontrar num sebo.
Estou nas primeiras páginas, mas já saquei que é muito bom, ele não vai ficar só focando no lado de força e de esporte dos personagens, como acontece em seus outros livros, sempre rola um texto também voltado para a análise de comportamento humano diante de dramas e dilemas da vida.
Estou nas primeiras páginas, mas já saquei que é muito bom, ele não vai ficar só focando no lado de força e de esporte dos personagens, como acontece em seus outros livros, sempre rola um texto também voltado para a análise de comportamento humano diante de dramas e dilemas da vida.
Grande Jack, não à toa está entre os meus escritores favoritos.

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