Obra de Francis Picabia, pintor francês, craque do dadaísmo e do surrealismo.
Tomando cerveja com um brother e conversando sobre caráter e firmeza na personalidade. Algo ligado àqueles que não voltam atrás por qualquer motivo. Tudo a ver com pessoas que o tempo passa, elas mudam de maneira natural, mas não perdem a sua essência, os seus valores.
Falávamos sobre essas nobres e extintas questões como
atitude própria e honrada. Lembrávamos que não é tão fácil encontrar alguém com
tais qualidades.
Trazíamos à mesa situações em que cada um já ficou na
mão - foi pego de surpresa - por conhecidos e até amigos que nas mais variadas situações agiram por
conveniência.
Sabe quando você conta com alguém e depois percebe que era tudo encenação, que a sua presença era
apenas um tapa buraco ou então apareceu algo mais apropriado e você foi
colocado pra escanteio.
Pura sacanagem.
Sem falar que haja caráter teatral pra
submeter seja quem for, uma namorada, um amigo, um parente, uma paquera ou um simples colega do serviço a
algum tipo de contexto que muda conforme "o convém".
O pior é que quem trata os outros assim ainda se acha por cima e
nem se toca da total pobreza de espírito que é agir como se tudo fosse um
manipulável jogo de Lego.
E tome falta de respeito com o próximo.
Sinalizamos e concordamos do quanto é desagradável ser tratado como uma
opção, seja nas amizades, nos relacionamentos ou em qualquer esfera da vida.
Tentei explicar a minha opinião. Não sei se o brother entendeu, nem sei se fui claro. Aliás, a ideia
não era tirar uma resposta exata. Apenas refletir sobre esses assuntos entre um
e outro gole de cerveja.
Enfim, eu acho que não é por aí.
Eu procuro não ver
ninguém como opção. Não sou do tipo que chama alguém por pra sair e se não dá
certo fico que nem louco ligando, tentando encontrar alguém pra preencher uma
vaga. Não mudo de cenário, pensando só no meu Eu e esquecendo quem está comigo, quem contava com a minha persona.
Nessas situações sou mais andar sozinho do que pensar em aluém como lado B. Lembro do Renato Russo cantando: "É preciso amar as pessoas como se não houvessem amanhã". E ser sincero, jogar limpo é uma maneira de amar quem nos cerca.
Ter a serenidade de que antes de pensar no meu ego é
preciso respeitar e ser sincero com o meu próximo é algo que eu não abro mão.
Vamos evitar ações convencionais. Sem essa de tratar os nossos chegados como meros tratados convencionais. Deixa isso pra política. Também não somos mais crianças que só querem saber quem é o dono do brinquedo, já estamos todos bem
grandinhos.
É melhor assim, vai por mim.
É melhor assim, vai por mim.

A vida é cíclica, o que emitimos recebemos de volta, a energia é intrínseca e por isso sobrará tempo para que cada um colha o que plantou...
ResponderExcluirPelo lado psicológico,esse perfil de alguns individuos, corresponde a necessidade de levar "vantagem" e a incapacidade de assumir-se verdadeiramente. O jogo do ego é para os principiantes que desconhecem a palavra "respeito" e optam por condulta duvidosa em consequencia da acentuada vaidade. Um dia se depararão com o próprio vazio diante do buraco emocional que construiram, pois somam apenas experiencias superficiais e o ser humano é um todo a ser explorado. Materialismo é bom, mas sem realização da alma tudo fica sem cor e gosto. Podem conseguir tudo mas perdem a chance de serem verdadeiros e únicos...
Por isso, a vaidade arrasa cedo ou tarde!
Quem não se percebe intimamente não sabe respeitar o próximo e aí ocorre os conflitos.
Acredito também que não há uma "Educação Emocional" e a nobreza de carater é ainda muito desconhecida para a grande maioria.
Uma coisa é certa, podemos escolher o tipo de pessoa que se afiniza mais conosco e formarmos um novo grupo a qualquer momento. Pessoas interesseiras aprendem a conquistar e isso é um estágio, porque conquista sem realização é fracasso total...
Quando me deparo com alguém que apresenta esse perfil "interesseiro", costumo me perguntar o que estou fazendo comigo para atrair desconsideração e falsidade. Chego a conclusão que em muitas vezes preciso reforçar a verdade dos meus sentimentos e com isso atender mais as minhas necessidades para não ser falsa comigo mesma...
Se encontro isso no ambiente de trabalho, reforço o meu potencial, pois quem deve acreditar em mim mesma sou EU e emito uma vibração tipo "arrastão" para expulsar certas pessoas do meu campo magnético, pois não há possibilidade de nada trocar com esses tipos de personalidade fracas e vulgares...rs
Seus assuntos geram polêmicas, adoro! rs
Bjs Fábio!
EU que agradeço pelos seus pertinentes comentários. Abração!
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