Foto: Nhecolândia, subdistrito do Pantanal, em 2009, ao lado do peão e guia Alonso, numa longa caminhada pela mata local, só pra ver bem de perto a fauna e a flora pantaneira.
A toque de reflexão. Aproveitando a deixa do meu aniversário, permito-me escrever uma breve explanação particular sobre alguns tópicos que pontuam os meus mil destinos num viver e refletem os aspectos ancestrais do meu DNA, rsrs, superpovoando de pensamentos e atitudes o meu cotidiano de relação com o mundo e, acima de tudo, a minha busca por uma vida meio tranquila, quase bossa-nova, meio agitada, quase rock na roll, além de certa escolha e esforço em caminhar de maneira sincera e edificante:
Caminhos,
pé na estrada, sertão, forró, tirá-la pra dançar, litoral, reggae, cidade
grande, cinema.
Amizades
que eu plantei, lembranças, sonhos que não acabam, decepções, roteiros,
viagens.
A
bandeira de Pernambuco. Alguns lugares, Caruaru, Recife, São Paulo, Bolívia, Machu
Picchu, Malawi, o México, Pantanal, Patu, Natal, idas e vindas, Minas Gerais,
cachoeiras, Pouso Alegre.
Avenida
Paulista, encontro marcado, te espero na catraca do metrô, Linha Amarela, Vila
Madalena, diversão, Santo André, trabalho.
Gol
do Corinthians!
Textos,
o gibi do Homem-Aranha, cartas às namoradas, palavras, música, Bob Dylan, Alceu
Valença, Zé Ramalho, jornalismo, Ruy Castro, jornal de domingo, caderno de
cultura, literatura, Machado de Assis, Bukowski, Kerouac, o teatro, a luz e a ribalta,
exposição no Masp.
As
manhãs, manteiga no pão, café, jornal; às tardes, balanços na rede, livro; as
noites, cerveja, farra, amigos.
Kung
fu, equilíbrio, força, corpo, alma, as paixões, os amores, a morena, o violão,
a loira, o beijo, o sim, o não, o talvez, o nunca, a esperança, o adeus, o
voltar pra casa, a família, o cabelo branco do meu pai, a mãe rogando uma benção, o Eu
e tantos outros links, conexões e interações que me compõem e que se tornaram
esses 34 anos.

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