O Circo
de Soleil que me perdoe, assim como o Maracanã lotado gritando gol, ou uma
abertura de Jogos Olímpicos, mas não tem espetáculo mais maravilhoso na
imensidão deste Planeta Azul do que uma mulher tirando a roupa, bem DE-VA-GAR.
A cada
peça tirada, a sensação de que um mundo melhor é possível, de
que existe prazer nessa vida louca. Um gesto aparentemente simples, mas fascinante.
Nem carece ser uma Halle Barry, a natureza feminina tende a ser uma
tempestade, feliz e arrebatadora, diga-se de passagem, quando provocada entre
quatro paredes, então, nem se fala, ou sob a luz do luar que bate em seu corpo
com a mesma luminosidade ao tocar na água do mar, até o sujeito mais ogro fica
com a inspiração de um poeta trovador.
Nos seios
da mulher o mundo fica menos confuso, diria até, mais claro, sereno como um
pôr-do-sol. Entre as suas pernas não há depressão ou crise existencialista que
resiste. No seu cangote, naquele momento de sussurro, a vida vira uma gostosa
viagem por mares nunca antes navegados. Ali, naquela parte inferior, está
escrito o epílogo da alegria do homem, pois ali ele morre e renasce.

uahahaha, vc viu isso pela primeira vez a pouco tempo né, é assim mesmo, é com ver o nascer do sol pela primeira vez, vc se pergunta como Deus fez algo tão bonito, e como dizia o velho poetinha:
ResponderExcluir“As feias que me desculpem, mas beleza é fundamental”
É verdade, eu vi semana passada pela primeira vez, uahahaha, Apesar da sua tiração de sarro, obrigado aí pela leitura do meu blog, abração!
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