Verônica, em meio a tantos conflitos e questionamentos, em meio ao desassossego das escolhas, poderia afundar, mas bóia. Ela só quer navegar do seu jeito pelas ilhas oscilantes da vida. Ela quer viver paixões sem nomes e sem datas, de preferência, à beira mar. Assisti ontem o filme “Era Uma Vez Eu, Verônica”. Gostei.
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