terça-feira, 20 de novembro de 2012

POETA, 82 ANOS, UM EXEMPLO DE ENERGIA E SIMPATIA



“Uma vez, discuti feio sobre determinada situação. Fiquei sozinho em casa, cheio de razão e triste pra cacete. Então, pra que querer ter sempre razão? Não quero ter razão, quero é ser feliz."
disse Ferreira Gullar:

Mais de oito décadas de prosa e versos, poeta, escritor e colunista da Folha de São Paulo, pegou o carro e veio, em pleno domingão (neste último)

do Rio de Janeiro, onde mora, para São Paulo, dar uma palestra sobre poesia na Casa das Rosas, na Avenida Paulista.
 

Durante o evento, esbanjou simpatia e bom humor somado a uma intelectualidade fora do comum. Contou as suas histórias ligadas a cultura e a política nacional. Falou sobre o papel da poesia e a invenção do próprio fazer poético. “O homem nasce incompleto por isso ele precisa inventar. Inventou Deus, inventou a cidade...”.

E é claro, aproveitei e levei uma antiga edição do livro “Dentro da Noite Veloz” incluindo “O Poema Sujo” pra ele autografar.
 
 
Obrigado, Gullar!

Ah, e valeu pela dica e companhia desse programão literário senhorita Ingrid De Werk Würzler.

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